No site da ESPN tem uma análise de cada time que irá participar do Campeonato Brasileiro de 2013 - Série A.
Em um breve comentário, eles colocaram em 1° lugar o Corinthians, como o favorito ao título, seguido do Atlético-MG.
Embora seja evidente que o Galo Mineiro vai dar mais ênfase à Libertadores da América, não tenho dúvidas de que quando focar no brasileirão, vai dar muito trabalho. Então, eu inverteria a classificação que eles fizeram...
http://www.espn.com.br/noticia/331267_guia-espn-do-brasileiro-veja-os-destaques-e-a-cotacao-espn-de-cada-equipe
Falando em CAM, até o momento o time está perdendo para o Tijuana, no México, pela Libertadores da América. Só que ainda tem o segundo tempo...vamos torcer!
Amanhã volto com meus palpites para primeira rodada do brasileirão!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Campeonato Estadual é parâmetro?
Campeonato estadual, ao meu ver, não é parâmetro para absolutamente nada. Ele serve mais como um "treinamento de luxo" para os times começarem a temporada e se prepararem para o que está por vir.
É claro que vale pela rivalidade entre os times de cada Estado, além dos grandes clássicos que ele nos proporciona. Mas eu, como torcedora, sempre tive na cabeça que não se pode iludir com um título estadual.
Que é gostoso ver nosso time campeão, ainda mais em cima de um grande rival, é claro que é. Todavia, acredito que é necessário sempre os clubes manterem a humildade em vista da grande diferença que há entre o campeonato estadual e nacional.
Apenas a título de curiosidade, fiz um pequeno levantamento dos últimos dez campeões brasileiros de modo que foi possível constatar que, em apenas três ocasiões, o Campeão Estadual foi, também, Campeão Brasileiro no mesmo ano. Olha só:
Ano
|
Campeão
Brasileiro
|
Campeão
Estadual
|
2012
|
Fluminense
|
Fluminense
|
2011
|
Corinthians
|
Santos
|
2010
|
Fluminense
|
Botafogo
|
2009
|
Flamengo
|
Flamengo
|
2008
|
São
Paulo
|
Palmeiras
|
2007
|
São
Paulo
|
Santos
|
2006
|
São
Paulo
|
Santos
|
2005
|
Corinthians
|
São
Paulo
|
2004
|
Santos
|
São
Caetano
|
2003
|
Cruzeiro
|
Cruzeiro
|
Observem que enquanto o Santos comemorava seu Bi-campeonato estadual, o São Paulo iria sagrar-se, posteriormente, Tri-Campeão Brasileiro.
Não estou, de forma alguma, desmerecendo um título estadual. Até porque, já comemorei (e MUITO) durante anos os títulos estaduais do meu time e o gol mais marcante da minha vida, até o momento, foi feito em um campeonato estadual. Contudo, quando tive a oportunidade de festejar um título nacional, entendi bem o quanto ele significava e a emoção diferente que ele nos proporciona.
A propósito: parabéns aos campeões estaduais de 2013! Desejo um ano de sucesso e, se o teu time não foi o campeão deste ano, não fique triste. Afinal, ele terá chances ainda de, quem sabe, conquistar outros títulos saborosos: a Copa do Brasil ou o Campeonato Brasileiro de 2013.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Zico e Romário no programa "Zico na Área"
Ontem o programa “Zico na Área” do canal Esporte
Interativo* nos presenteou com um belo encontro entre Zico e Romário!
Eu, que sou fã dos dois, fiquei
muito feliz em vê-los juntos, sem qualquer mágoa ou remorso.
O Baixinho, sem papas na língua,
falou tudo que achava. Comentou sobre o seu tempo fora do Brasil, quando jogou
no PSV e no Barcelona; sobre a sua vida na política e, ainda, aproveitou para
pedir desculpas em público ao Galo pelo episódio de 1998, quando foi cortado da
Seleção Brasileira.
Foi muito legal!
O ponto alto da entrevista, em
minha opinião, foi quando Romário entrou no assunto “Copa do Mundo de 2014”. Muito crítico, como sempre, ele afirmou
que o atual presidente do Brasil é a “Fifa” e que, infelizmente, nosso país não está mandando em nada, ao
contrário do que aconteceu em outros países que sediaram a competição.
Ainda, não economizou palavras
quando falou sobre a CBF. Acompanhado de Zico, ambos concordaram que a
Instituição precisa, urgentemente, ser investigada pelos Órgãos responsáveis, uma
vez que utiliza de todo o cenário do futebol a seu favor, de uma forma “incorreta”
(para não dizer ilícita).
Mas não vou contar a entrevista
toda porque vale a pena todo mundo que gosta de futebol assistir!
O Zico é demais! O Romário é
demais!
Por fim, rolou uma pesquisa sobre qual o gol mais marcante de Romário na Copa do Mundo de 1994 e qual o gol mais marcante do Baixinho pelo Flamengo.
Eu, como uma boa Flamenguista, respondi: o gol 200 de Romário pelo Flamengo, em 1999, contra o Universidad de Chile na Copa Mercosul.
A reprise do programa, segundo o site do canal Esporte Interativo, vai ser no Domingo, às 11h 30m e às 22 hrs. O canal Esporte Interativo faz parte da grade da TV Aberta via parabólica e das TV’s por assinatura.
Vale muito a pena e eu recomendo!
* TV ABERTA
São Paulo - Canal 36
Campinas - Canal 26
Santos - Canal 59
Mogi das Cruzes - Canal 58
Vitória - ES - Canal 20
Curitiba - PR - Canal 14
Porto Velho - RO - Canal 25
Macapá - AP - Canal 19
Belém - PA - Canal 17
Manaus - AM - Canal 20
Araguaína - TO - Canal 26
Rio Verde - GO - Canal 3
Campinas - Canal 26
Santos - Canal 59
Mogi das Cruzes - Canal 58
Vitória - ES - Canal 20
Curitiba - PR - Canal 14
Porto Velho - RO - Canal 25
Macapá - AP - Canal 19
Belém - PA - Canal 17
Manaus - AM - Canal 20
Araguaína - TO - Canal 26
Rio Verde - GO - Canal 3
quinta-feira, 16 de maio de 2013
“Pq fas iso Romarino?”
Todo dia é
dia de futebol. Mas quarta feira é sagrado: diversos jogos (uns prometem ser
bons e outros nem tanto) movimentam o meio da semana e fica difícil escolher
qual partida assistir.
Ontem, todas as atenções estavam voltadas para o jogo de volta da Libertadores da América: Corinthians x Boca Juniors . E, os grandes destaques da partida foram........RIQUELME E O APITO (não necessariamente nessa ordem).
Eu não sou corinthiana, mas fiquei com pena do que aconteceu. Não pelo gol do Riquelme, que é um craque (e todo mundo já sabe disso). Mas pela arbitragem ruim do paraguaio Carlos Amarilla.
Mas vamos ao jogo.
O Corinthians estava nervoso e o Boca, experiente em libertadores, daquele jeito: formando um paredão para segurar o ataque corintiano. O time do Parque São Jorge chegou ao gol de Órion somente aos 15 m’ do primeiro tempo, com um chute de Danilo.
Riquelme – sempre muito calmo em campo – era o mais requisitado pelo time argentino e com seus sofisticados toques de bola fazia a gorduchinha chegar aonde ele queria.
Aos 9 m’ do primeiro tempo, Marin, lateral-direito do Boca Juniors, como um jogador de basquete cortou a bola com a mão, dentro da área, tirando-a de Sheik. Indignado (MUITO, diga-se de passagem), Sheik levou um cartão amarelo pela reclamação e aí, então, começava a desastrosa arbitragem do trio paraguaio.
Mais adiante, Romarinho recebeu a bola cara a cara com o gol e chutou sem chances para Órion. GOLLLL!! Só que não. Segundo a análise dos bandeirinhas, “Romarino” estaria impedido e o gol foi anulado, erroneamente.
“Pq fas iso Romarino?”
Daí, quando tudo já estava contra o Corinthians, Riquelme surgiu pela direita do ataque do Boca e, da entrada da área, encobriu o goleiro Cássio com um G-O-L-A-Ç-O! Grande Riquelme! Boca 1 a 0.
Na volta do segundo tempo, o Corinthians bem que tentou pressionar o time argentino, com a entrada de Pato e Edenilson. Aos 5 m’ de jogo, Paulinho empatou a partida, depois do cruzamento de Sheik. Parecia que dava para reverter a situação, certo?! Só que não, novamente.
O mesmo Paulinho, depois de confusão na área, aproveitou para empurrar novamente a bola para o gol. Mas não valeu. O juiz entendeu que ele teria empurrado, também, o goleiro Órion e a jogada foi anulada.
Dali para frente o Corinthians pressionou, pressionou, pressionou! Tentou o famoso arroz e feijão; tentou de tudo. Pato ainda perdeu um gol incrível: tirou a bola com a mesma perna que chutou. Hã?!?!
E o jogo acabou assim: Boca Juniors classificado para as quartas de final da Libertadores da América.
* “Pq fas iso Romarinho?” (propositalmente cheio de erros de português) é um termo replicado pelos torcedores corinthianos em face às performances arrasadoras do atacante sobre o Palmeiras. Entendeu?!
Ontem, todas as atenções estavam voltadas para o jogo de volta da Libertadores da América: Corinthians x Boca Juniors . E, os grandes destaques da partida foram........RIQUELME E O APITO (não necessariamente nessa ordem).
Eu não sou corinthiana, mas fiquei com pena do que aconteceu. Não pelo gol do Riquelme, que é um craque (e todo mundo já sabe disso). Mas pela arbitragem ruim do paraguaio Carlos Amarilla.
Mas vamos ao jogo.
O Corinthians estava nervoso e o Boca, experiente em libertadores, daquele jeito: formando um paredão para segurar o ataque corintiano. O time do Parque São Jorge chegou ao gol de Órion somente aos 15 m’ do primeiro tempo, com um chute de Danilo.
Riquelme – sempre muito calmo em campo – era o mais requisitado pelo time argentino e com seus sofisticados toques de bola fazia a gorduchinha chegar aonde ele queria.
Aos 9 m’ do primeiro tempo, Marin, lateral-direito do Boca Juniors, como um jogador de basquete cortou a bola com a mão, dentro da área, tirando-a de Sheik. Indignado (MUITO, diga-se de passagem), Sheik levou um cartão amarelo pela reclamação e aí, então, começava a desastrosa arbitragem do trio paraguaio.
Mais adiante, Romarinho recebeu a bola cara a cara com o gol e chutou sem chances para Órion. GOLLLL!! Só que não. Segundo a análise dos bandeirinhas, “Romarino” estaria impedido e o gol foi anulado, erroneamente.
“Pq fas iso Romarino?”
Daí, quando tudo já estava contra o Corinthians, Riquelme surgiu pela direita do ataque do Boca e, da entrada da área, encobriu o goleiro Cássio com um G-O-L-A-Ç-O! Grande Riquelme! Boca 1 a 0.
Na volta do segundo tempo, o Corinthians bem que tentou pressionar o time argentino, com a entrada de Pato e Edenilson. Aos 5 m’ de jogo, Paulinho empatou a partida, depois do cruzamento de Sheik. Parecia que dava para reverter a situação, certo?! Só que não, novamente.
O mesmo Paulinho, depois de confusão na área, aproveitou para empurrar novamente a bola para o gol. Mas não valeu. O juiz entendeu que ele teria empurrado, também, o goleiro Órion e a jogada foi anulada.
Dali para frente o Corinthians pressionou, pressionou, pressionou! Tentou o famoso arroz e feijão; tentou de tudo. Pato ainda perdeu um gol incrível: tirou a bola com a mesma perna que chutou. Hã?!?!
E o jogo acabou assim: Boca Juniors classificado para as quartas de final da Libertadores da América.
* “Pq fas iso Romarinho?” (propositalmente cheio de erros de português) é um termo replicado pelos torcedores corinthianos em face às performances arrasadoras do atacante sobre o Palmeiras. Entendeu?!
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Palmeiras 1 x 2 Tijuana
Alguns breves comentários sobre o jogo do Palmeiras x Tijuana, que aconteceu há pouco, no Pacaembu:
A torcida do Palmeiras compareceu em peso ao estádio e viu tudo de mais desastroso que poderia acontecer em uma partida de futebol: um jogo truncado, cheio de faltas e cartões, com direito a frango e expulsão do preparador físico do Palmeiras (Pois é. Sobrou até para ele).
O time do Tijuana, que não é dos melhores, veio fechado para a partida e conseguiu o que queria: irritar o Palmeiras. Depois do frango que o goleiro Bruno tomou, logo no primeiro tempo, o time do Parque Antárctica perdeu a bússola e ficou totalmente desorientado dentre de campo. Somado a isso, o goleiro do Tijuana, o Salcedo (ou, também, Salseiro, Salcera e etc.), fez cera a partida inteira e não tinha vergonha em cair de maduro no chão. Só no enrolation, sem nenhuma punição do juiz.
Ressalte-se que o primeiro bom momento da partida aconteceu somente aos 24 m' do primeiro tempo, quando Ayrton acertou o travessão do gol do Tijuana, em uma cobrança de falta.
Já, o lance bonito do jogo - que salvou os telespectadores que apreciam futebol - foi o gol de Fernando Arce, pelo Tijuana, que acertou um belo chute de fora da área, após a sobra de bola vinda da cabeçada de Henrique.
No mais, faltou futebol, organização e psicológico para o time do Palmeiras conseguir a sua classificação para a próxima fase da Libertadores.
O Tijuana, por sua vez, irá enfrentar nas quartas de final o Galo mineiro, que tá com tudo e não tá prosa. A chance da história ser diferente é grande. Vamos esperar para ver!
A torcida do Palmeiras compareceu em peso ao estádio e viu tudo de mais desastroso que poderia acontecer em uma partida de futebol: um jogo truncado, cheio de faltas e cartões, com direito a frango e expulsão do preparador físico do Palmeiras (Pois é. Sobrou até para ele).
O time do Tijuana, que não é dos melhores, veio fechado para a partida e conseguiu o que queria: irritar o Palmeiras. Depois do frango que o goleiro Bruno tomou, logo no primeiro tempo, o time do Parque Antárctica perdeu a bússola e ficou totalmente desorientado dentre de campo. Somado a isso, o goleiro do Tijuana, o Salcedo (ou, também, Salseiro, Salcera e etc.), fez cera a partida inteira e não tinha vergonha em cair de maduro no chão. Só no enrolation, sem nenhuma punição do juiz.
Ressalte-se que o primeiro bom momento da partida aconteceu somente aos 24 m' do primeiro tempo, quando Ayrton acertou o travessão do gol do Tijuana, em uma cobrança de falta.
Já, o lance bonito do jogo - que salvou os telespectadores que apreciam futebol - foi o gol de Fernando Arce, pelo Tijuana, que acertou um belo chute de fora da área, após a sobra de bola vinda da cabeçada de Henrique.
No mais, faltou futebol, organização e psicológico para o time do Palmeiras conseguir a sua classificação para a próxima fase da Libertadores.
O Tijuana, por sua vez, irá enfrentar nas quartas de final o Galo mineiro, que tá com tudo e não tá prosa. A chance da história ser diferente é grande. Vamos esperar para ver!
terça-feira, 14 de maio de 2013
Alex: um craque "à moda antiga"
O termo “craque à moda antiga” traz à
cabeça grandes nomes tais como: Pelé, Garrincha, Zico...
Privilégio que, em minha opinião, é do torcedor coxa branca.
Quando ele decidiu voltar ao
Coritiba, ano passado, não restam dúvidas que levou em consideração o respeito pelo clube que o revelou. Dentre tantas propostas ele preferiu,
simplesmente, ser um craque “à moda
antiga”.
A vida levada por eles, naquela
época, era totalmente diferente do ritmo de vida de nossos atuais jogadores.
Antigamente, se tinha 10 craques em um só time e todos conseguiam, de forma
tranquila, jogar em prol do clube, sem qualquer vaidade ou arrogância.
Considero Alex, jogador do Coritiba,
um craque “à moda antiga”. Quando ele saiu do clube paranaense, aos 19 anos,
foi para o Palmeiras como uma grande promessa. E não fez por menos. Com um
futebol refinado e clássico, em pouco tempo Alex já era o ídolo da torcida
palmeirense, a ponto de trazer à lembrança grandes craques que vestiram a
camisa 10 do clube, como Ademir da Guia.
Durante a sua carreira, Alex sempre
se destacou pelo que fez dentro de campo. Foi jogar na Turquia, pelo
Fenerbahçe, onde marcou 185 gols e conquistou seis títulos: três Campeonatos
Turcos, duas Supercopas do país e uma Copa da Turquia. Após oito anos de clube,
o jogador era ídolo da torcida turca e se despediu emocionado, na inauguração
de uma estátua em sua homenagem, no dia 15 de setembro de 2012.
O seu retorno ao Brasil trouxe
alvoroço entre os clubes brasileiros. Todos sonhavam em contratar o meia como
reforço, com direito a campanha da torcida do Cruzeiro que relembra até hoje,
com carinho, a conquista da Tríplice Coroa em 2003, quando o clube mineiro
conquistou na mesma temporada o campeonato mineiro, Brasileirão e Copa do
Brasil, tendo Alex como o comandante do time.
Mas, em 17/10/2012, Alex anunciou o
seu retorno ao Coritiba, clube que o revelou e pelo qual o jogador nunca
escondeu ser torcedor desde criança. Discreto e tímido, como sempre, Alex foi
recebido, na ocasião, com muita festa pela torcida coxa branca no Couto
Pereira.
Domingo passado, o meia conquistou
seu primeiro título pelo clube, o Tetra Campeonato Paranaense de 2013, sendo o
artilheiro da competição com 15 gols. Ao falar da torcida, em uma de suas
entrevistas, ele não hesitou em afirmar que “era
um deles, mas que tinha o privilégio de estar em campo”.
Antigamente, os craques vestiam a
camisa dos clubes por amor. Eram torcedores que saíam da arquibancada (ou da
geral) e davam o sangue pelo time e pelos seus companheiros com muita dedicação
e garra.
E Alex, não é diferente.
E é por isso que o privilégio, neste
caso, não é dele; é de todo torcedor brasileiro que tem a oportunidade de
presenciar a volta de um craque para casa. Ou melhor, para a SUA casa.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
10 anos de pontos corridos!
Daqui uns dias irá começar o
campeonato brasileiro de 2013 que, neste ano, comemora seus 10 anos de
vida (em seu novo formato de pontos corridos).
Dos 20 times que irão disputar a
competição, o campeão será aquele que manter maior estabilidade nas vinte
rodadas e terminar a disputa com maior número de pontos.
Eu acompanho o campeonato brasileiro
há 19 anos. No antigo campeonato, foram muitas emoções assistindo aos times que
almejavam chegar entre os oito primeiros colocados para, então, adentrarem na fase do mata-mata, que era simplesmente
espetacular!!
O oitavo colocado podia,
tranquilamente, desbancar o primeiro e, como nós sabemos, o futebol é
feito de resultados. Inclusive, era bastante comum que o oitavo colocado
tivesse mais empolgação para buscar a taça, afinal, ele tinha quase ficado de
fora da disputa e tinha a difícil lição de enfrentar o melhor time da primeira fase.
Era uma emoção só, com os estádios lotados e as torcidas apreensivas.
Lembro-me do campeonato de 2002,
o último disputado antes dos pontos corridos, em que o Santos foi campeão em
cima do seu grande rival, o Corinthians. O time da Vila Belmiro se classificou
em oitavo lugar e desbancou durante seu trajeto o São Paulo, que havia se
classificado em primeiro e o Grêmio, que tinha ficado em quinto.
Além disso, a emoção do mata-mata
ficava por conta das torcidas: os estádios ficavam completamente lotados e a
média de público era incrível, ao contrário do que aconteceu, por exemplo, ano passado com o
Fluminense, que foi campeão brasileiro com apenas 8.461 torcedores
no estádio.
Considero, sinceramente, que a graça
do futebol era justamente essa disputa do antigo campeonato brasileiro. Os times tinham que mostrar a sua força em
grandes partidas decisivas que requeriam, também, estabilidade emocional dos
atletas e habilidade para superar os melhores da primeira fase.
Já pensou em uma final entre Cruzeiro
e Santos, em 2003?! O Cruzeiro, com a sua campanha invejável, e o Santos, com o
seu grande time, no mínimo, iriam lotar o estádio e realizar uma partida que iria entrar para a história do futebol brasileiro.
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